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Informativo Diário

22/09/2021

PREÇOS DA SOJA OSCILAM DE FORMA MISTA E COMERCILIZAÇÃO PERMANECE ARRASTADA NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu lento nas diversas praças de negociação do país. Em Chicago, a commodity iniciou o pregão lateralizada, ampliando ganhos ao longo do dia e fechando com mais de 11 pontos de alta. Em contraponto, o câmbio, após três altas consecutivas, encerrou a sessão no campo negativo, abaixo do patamar de R$ 5,30 por dólar. No físico as cotações oscilam regionalmente, os agentes permanecem retraídos e somente lotes pontuais continuam sendo comercializados.

RS: mercado pouco movimentado e cotações nominais no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de outubro, indicações até R$ 176 por saca CIF. No interior do estado, indicações até R$ 171 por saca FOB para embarque e pagamento dentro do mês de setembro.

PR: negócios escassos em um mercado com cotações apenas nominais. Para embarque em fevereiro/22 e pagamento em meados de abril/22, indicações entre R$ 158 e R$ 159 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra até R$ 169 por saca para embarque e pagamento em meados de outubro, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,91% no grão, de 0,53% no farelo e de 0,74% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 12,7550 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,74 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 11,50 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/22 operava com ganhos de 10,50 pontos, com negócios a US$ 12,8675 por bushel.

• Após o mercado atingir os menores níveis em três meses ontem, compras de barganha garantiram a recuperação com base em fatores técnicos.

• O dia mais calmo no cenário financeiro, após a turbulenta segunda-feira, ajudou na reação de hoje.

• No entanto, bons dados sobre a evolução das lavouras norte-americanas limitaram a elevação. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem relatório sobre a evolução colheita das lavouras de soja. Até 19 de setembro, a área colhida estava apontada em 6%. Em igual período do ano passado, a colheita era de 5%. A média é de 6%. O mercado apostava em número de 5%.

• Segundo o USDA, 58% estavam entre boas e excelentes condições, 28% em situação regular e 14% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 57%, 29% e 14%, respectivamente. O mercado esperava 57% das lavouras entre boas e excelentes condições.


CHINA O governo da China só vai ajudar a evitar a falência da Evergrande se isto for necessário para manter a estabilidade do sistema financeiro ou do setor imobiliário - para evitar, por exemplo, uma sequência de falências em outras construtoras -, afirmou a agência de classificação de risco S&P em um relatório. "Não esperamos ações do governo para ajudar a Evergrande a não ser que haja risco à estabilidade sistêmica", disse a S&P em um relatório. "O governo está disposto a ajudar, mas também quer que os eventos sigam seu curso. Mesmo na província natal da Evergrande, a empresa é insignificante para a vasta economia local - não é grande demais para falir", acrescentou.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em R$ 5,2860, com queda de 0,86%. Este movimento reflete o otimismo do mercado com a reunião entre os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para costurar um acordo que solucione os precatórios. De acordo com a economista da Toro, Thayná Vieira, "o mercado vê, com essa reunião, o respeito ao teto de gastos, e isso alivia muito os receios fiscais".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.

 





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