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Informativo Diário

30/06/2021

SEM DIREÇÃO EM CHICAGO, SOJA TEM DIA DE PREÇOS MISTOS E SOMENTE LOTES PONTUAIS COMERCIALIZADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu lento nas diversas praças de negociação do país. Em mais um dia sem movimentações significativas, a oleaginosa encerrou com preços mistos, sem um direcionamento. Chicago fechou com ligeiros ganhos nas primeiras posições e leve queda nos contratos com vencimento em 2022. Já o câmbio teve um dia positivo, voltando a testar a linha ao redor de R$ 4,97 e fechando pouco abaixo desse nível. Diante disso, os agentes permanecem aguardando melhores oportunidades e somente lotes pontuais seguem sendo comercializados.

RS: houve alta nos preços em um mercado pouco movimentado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações nominais de compra entre R$ 154 e R$ 155 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 153. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 147 e R$ 148 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado pouco ofertado e cotações avançando no estado. Para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano, indicações nominais de compra entre R$ 155 e R$ 156 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações nominais de compra na faixa de R$ 147,50 por saca para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na terça-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,20% no grão e de 2,95% no óleo, e perdas de 0,91% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,7250 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,5975 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com ganho de 1,75 ponto, com negócios a US$ 13,3850 por bushel.

• As primeiras posições subiram e as demais caíram, em níveis perto da estabilidade.

• Compras técnicas e previsão de clima seco nos Estados Unidos sustentaram as primeiras posições. Os agentes também posicionaram suas carteiras frente aos números que serão divulgados amanhã pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• O Departamento deverá indicar uma área plantada norte-americana com soja de 89,15 milhões de acres, com avanço sobre o ano anterior e na comparação com a intenção de plantio, divulgada em março. O relatório de área plantada será divulgado na quarta, 30, às 13hs.

• A previsão é compartilhada por analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. Segundo a consulta, o USDA deverá indicar área de 89,150 milhões de acres, acima dos 83,084 milhões de acres cultivados em 2020.

• No final de março, o USDA divulgou o relatório de intenção de plantio. Naquela oportunidade, o Departamento apostava em uma área de 87,6 milhões de acres.

• O Departamento vai divulgar na quarta também o relatório para os estoques trimestrais americanos na posição 1o de junho. O mercado aponta estoques de 795 milhões de bushels. Em 1o de março, o estoque ficou em 1,564 bilhão e em junho do ano passado os produtores tinham 1,382 bilhão de bushels armazenados.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 103.965 toneladas na semana encerrada no dia 25 de junho, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. O mercado esperava o número em 200 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 205.155 toneladas.


CHINA O Banco Mundial prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) da China crescerá 8,5% este ano e 5,4% em 2022, citando que a recuperação se ampliou à medida que a atividade econômica continuou a se normalizar após os impactos da pandemia de covid-19, mas alguns riscos permanecem. "A melhoria na confiança dos consumidores e das empresas e melhores condições do mercado de trabalho apoiarão uma mudança em direção à demanda doméstica privada proveniente do investimento público e das exportações", segundo o Banco Mundial, em relatório.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,28% no mercado à vista, cotado a R$ 4,9420 para venda, em sessão volátil, acompanhando o exterior, onde a moeda estrangeira ganhou terreno por toda a sessão em meio ao receio com a recuperação econômica global diante do avanço da variante delta do novo coronavírus em países da Europa, Ásia e na Austrália. Aqui, a divisa norteamericana acompanhou o exterior e em sessão de poucos negócios, ficou de lado com investidores dando início à disputa pela formação de preço da taxa Ptax - média das cotações apuradas pelo Banco Central (BC) - de fim de mês na segunda parte dos negócios.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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