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Informativo Diário

26/05/2021

SOJA TEM DIA DE PREÇOS NOMINAIS E COMERCIALIZAÇÃO SEGUE ARRASTADA NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu travado nas diversas praças de negociação do país. Diante de mais um pregão bastante volátil, os preços da oleaginosa voltaram a oscilar de forma mista e somente lotes pontuais seguem sendo negociados. Em Chicago, a commodity enfileirou o sexto pregão consecutivo de perdas. Já o câmbio e os prêmios tiveram ligeiro avanço e deram sustentação para as cotações em algumas das principais regiões.

RS: preços nominais em um mercado sem negócios aparentes. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações de compra entre R$ 173 e R$ 174 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 172. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 170 e R$ 171 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado calmo e cotações nominais. Para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações nominais de compra entre R$ 179 e R$ 180 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações nominais de compra na faixa de R$ 171 por saca para embarque e pagamento em meados de junho deste ano, porém sem lotes significativos comercializados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e em alta no óleo na terçafeira. Nas posições spot, perdas de 0,72% no grão e de 3,47% no farelo, e ganhos de 2,39% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 15,3825 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 15,1175 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 20,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com perdas de 14,75 pontos, com negócios a US$ 14,5625 por bushel.

• O clima favorável nos Estados Unidos e a forte baixa do milho pressionaram as cotações. Foi a sexta sessão seguida de perdas, colocando os contratos nos menores níveis desde o final de abril.

• O mercado também foi pressionado pelas notícias de que os compradores chineses estariam cancelando aquisições da safra velha para grãos e comprando para a próxima temporada. O mercado também sentiu o impacto do cenário técnico.

• "Tecnicamente, chama a atenção a perda da média móvel de 30 períodos, o que se confirmada pode levar a continuidade do movimento negativo", completa o analista de SAFRAS & Mercado, Luiz Fernando Roque.


CHINA A China fortalecerá os controles de preços das principais commodities em seu plano de cinco anos, de 2021 a 2025. O objetivo é lidar com flutuações anormais nos preços de itens como minério de ferro, cobre e milho, disse o planejador estatal à Agência Reuters. A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma disse que a China manterá sua estrutura de política de preço mínimo de compra para arroz e trigo, garantindo o fornecimento e a estabilidade nas cotações.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em alta de 0,22% no mercado à vista, cotado a R$ 5,3370 para venda, em sessão de forte volatilidade, acompanhando o desempenho de algumas moedas de países emergentes que perderam terreno para a divisa norte-americana em meio à uma correção técnica. Ao longo da sessão, o dólar perdeu para os pares e para a maioria das emergentes em sessão de busca por risco no exterior.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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