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Informativo Diário

19/04/2021

SOJA SOBE PELA QUARTA VEZ SEGUIDA EM CHICAGO, PREÇOS AVANÇAM, MAS COMERCIALIZAÇÃO ENCERRA A SEMANA LENTA NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana calmo nas principais praças de negociação do país. Após quatro sessões consecutivas de ganhos, a commodity chegou a se aproximar do patamar de US$ 14,40 por bushel ao longo do dia em Chicago e deu sustentação aos preços no mercado físico brasileiro. Já o câmbio, no sentido contrário, teve seu quarto pregão seguido no campo negativo, fechando abaixo dos R$ 5,60 por dólar. Diante disso, as cotações domésticas ficaram de estáveis a mais altas e somente lotes pontuais seguem sendo comercializados no país. Já finalizados em boa parte das regiões, os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja atingem 88,2% da área total estimada.

RS: preços de estáveis a mais altos no estado e pouca movimentação reportada. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de maio/junho’21, indicações nominais entre R$ 178 e R$ 179 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 176,50. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 169 e R$ 170 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: houve alta nos preços e pouca movimentação foi reportada no estado. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicação de compra na faixa de R$ 180 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra até R$ 172 por saca no disponível, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na sexta-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,05% no grão, de 0,07% no farelo e de 2,62% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,3775 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,3325 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 8 pontos nos principais vencimentos. O vencimento jul/21 operava com ganhos de 7,5 pontos, com negócios a US$ 14,1850 por bushel.

• Os ganhos acumulados nesta semana - quatro sessões seguidas no positivo - foram os melhores em mais de um mês.

• A atenção do mercado está voltada para o início do plantio nos Estados Unidos. Parte do mercado credita a alta recente a um movimento dos agentes para forçar um maior aumento na área da oleaginosa, roubando espaço do milho. O atraso no plantio e as temperaturas baixas são motivo de preocupação e ajudaram a sustentar as cotações.

• A disputa por acres tende a se estender nesse período. O mercado de clima também deverá ganhar força nas próximas semanas.


CHINA O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 18,3% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2020, refletindo a recuperação da economia após a crise provocada pelo novo coronavírus no ano passado. Os dados são do departamento oficial de estatísticas do país. Este é o maior aumento do PIB chinês em base anual registrado desde que os dados foram publicados pela primeira vez em 1993. O crescimento veio abaixo da projeção dos analistas, que esperavam alta de 19,2%. No quarto trimestre de 2020, houve alta de 6,5%. Em base trimestral, o PIB da China aumentou 0,6% no primeiro trimestre deste ano, uma desaceleração após o avanço de 2,6% no período anterior.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,74% no mercado à vista, cotado a R$ 5,5850 para venda, no quarto pregão seguido de sinal negativo, em sessão de forte volatilidade e amplitude em linha com o otimismo que prevaleceu no exterior em meio à continuidade da queda dos rendimentos das taxas futuros dos títulos do governo norte-americano, as treasuries, e com as principais economias dando sinais claros de recuperação econômica diante dados mais fortes. Na semana, a moeda norte-americana recuou 1,57% e engatou a terceira queda semanal seguida.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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