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Informativo Diário

14/04/2021

ALTA EM CHICAGO SUSTENTA PREÇOS DA SOJA E NEGÓCIOS MODERADOS SÃO REPORTADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu calmo nas diferentes praças de negociação do país. No melhor momento do dia, enquanto a commodity encostava nos patamares de US$ 14,00 por bushel em Chicago, os preços físicos avançaram e negócios moderados foram registrados no país. Porém, na parte da tarde, o mercado esfriou e pouca movimentação foi reportada. Segundo rumores, pelo menos 60 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia no país.

RS: cotações firmes no estado e poucos negócios reportados. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de maio/junho’21, indicações nominais entre R$ 176,50 e R$ 177,50 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 176. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 168,50 e R$ 169,50 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado calmo e preços avançando. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicação de compra na faixa de R$ 181,50 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra até R$ 170 por saca no disponível.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em queda no farelo e em alta no óleo na terçafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,54% no grão e de 3,07% no óleo, e perdas de de 1,71% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,9875 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,8950 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 11 pontos nos principais vencimentos. O vencimento jul/21 operava com ganhos de 8,75 pontos, com negócios a US$ 13,8775 por bushel.

• Após duas sessões de baixa, fatores técnicos garantiram compras de barganha por parte de fundos e especuladores, assegurando a recuperação.

• Em termos fundamentais, o mercado deixou de lado, por ora, o relatório de abril do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e focou na expectativa de um quadro de aperto na oferta global na próxima temporada. Além disso, os números de importações chinesas agradaram os investidores.

• As importações de soja em grão pela China no mês de março somaram 7,77 milhões de toneladas, um avanço de 82% frente ao mês anterior. As chegadas em janeiro e fevereiro, por causa de atraso, ficaram abaixo da expectativa do mercado. E muitas destas cargas chegaram em março,

• No acumulado do ano, as importações chinesas somam 21,18 milhões de toneladas, alta de 19% sobre as 17,79 milhões de toneladas em igual período do ano anterior.


CHINA A balança comercial da China registrou superávit de US$ 13,8 bilhões em março, após o saldo positivo de US$ 103,26 bilhões em janeiro e fevereiro, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas do país. Os analistas esperavam superávit de US$ 49,2 bilhões. As exportações da China subiram 30,6% em março em base anual, após a alta de 60,6% de janeiro e fevereiro. Analistas esperavam avanço de 40,0% nas exportações. Por sua vez, as importações chinesas subiram 38,1% em março na comparação com o mesmo mês de 2020, após a alta de 22,2% em janeiro e fevereiro. A previsão era de alta de 25,0%.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,13% no mercado à vista, cotado a R$ 5,7170 para venda, após reduzir as perdas no fim da sessão marcada por forte volatilidade. A moeda passou a acompanhar o exterior ao longo da tarde, onde a moeda norte-americana perdeu terreno para as divisas pares e de países emergentes, acompanhando a baixa do rendimento das taxas de juros futuros dos títulos do governo norte-americano, as treasuries. Aqui, o mercado segue atento aos desdobramentos em torno do Orçamento de 2021, ainda indefinido.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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