Voltar

Informativo Diário

26/10/2021

DÓLAR INICIA A SEMANA COM FORTE QUEDA, PREÇOS RECUAM NO FÍSICO E MERCADO TEM DIA LENTO NO PAÍS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana lento nas diferentes praças de negociação do país. Em nova sessão marcada pela volatilidade, os preços da commodity recuaram no mercado físico e somente lotes pontuais envolvendo volumes pouco significativos foram comercializados. Em Chicago, a oleaginosa ampliou ganhos ao longo da sessão, encerrando com mais de 16 pontos de alta nos principais vencimentos. Em contraponto, a moeda norteamericana registrava ligeiros ganhos durante boa parte do pregão, estendendo as perdas perto do fechamento e contribuindo para o recuo das cotações domésticas.

RS: dia de queda nos preços em um mercado pouco movimentado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento no final do mês de novembro, indicações até R$ 175,50 por saca CIF no melhor momento do dia. No interior do estado, indicações até R$ 171,50 por saca FOB para embarque e pagamento no final do mês de novembro, também no melhor momento do dia.

PR: cotações apenas nominais em um mercado calmo. Para embarque em fevereiro/22 e pagamento em meados de abril/22, indicações entre R$ 162 e R$ 163 por saca CIF na região portuária. Na região oeste do estado, indicações de compra até R$ 169 por saca para embarque e pagamento em meados de novembro.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na segunda-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,37% no grão e de 1,69% no óleo, e queda de 0,06% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 12,3825 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,3725 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 11,50 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/22 operava com ganhos de 11,50 pontos, com negócios a US$ 12,5125 por bushel.

• A demanda aquecida pelo produto americano e o bom desempenho do petróleo e dos óleos vegetais garantiram os ganhos.

• Outro fator que preocupa o mercado nesse momento é o encarecimento dos preços dos fertilizantes. Analistas temem que a elevação nos custos resulte em menor uso de fertilizantes, podendo comprometer os rendimentos da próxima safra americana.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 2.103.505 toneladas na semana encerrada no dia 21 de outubro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 2,21 milhões de toneladas.

• Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 2.449.732 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 2.888.760 toneladas. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1o de setembro, as inspeções somam 8.129.440 toneladas, contra 14.782.896 toneladas no acumulado do ano-safra anterior.


CHINA O China Evergrande Group disse que a construção está progredindo em alguns de seus projetos residenciais no sul da China, enquanto a incorporadora altamente endividada tenta evitar o colapso e entregar as casas prometidas a mais de um milhão de pessoas. As informações são da agência de notícias "Dow Jones".


CÂMBIO O dólar comercial fechou o dia em R$ 5,5540, com alta de 1,26%. A moeda norteamericana foi fortemente impactada pelo cenário doméstico, com o mercado animado com as projeções de alta na Selic (taxa básica de juros) que variam entre 1,5 e 2,0 pontos percentuais. Para o head de análise macroeconômica da GreenBay Investimentos, Flávio Serrano, "o principal motivo (da alta do dólar) é a precificação do mercado com a política monetária. A média das projeções para a Selic está em 1,5 pontos percentuais, mas muitos analistas já consideram 2 pp".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





Rod. BR 373 - km 400 | Candói - PR | Brasil - CEP: 85.140-000
© 2021 | Todos os Direitos Reservados. Ultramax