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Informativo Diário

22/07/2021

COTAÇÕES OSCILANDO DE FORMA MISTA NO FÍSICO E SOMENTE LOTES PONTUAIS COMERCIALIZADOS

Na quarta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diversas praças de negociação do país. Em uma sessão de baixa volatilidade, a commodity andou de lado em Chicago, encerrando o pregão com leve queda. Já o câmbio, iniciou o dia com ligeiros ganhos, revertendo na parte da tarde e fechando abaixo do patamar de R$ 5,20 por dólar. Com pouco interesse nas cotações atuais, a ponta vendedora permanece retraída e somente lotes pontuais foram comercializados ao longo do dia no país.

RS: sem alteração nos preços em dia de pouca movimentação no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações de compra entre R$ 174,50 e R$ 175 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 174. No interior do estado, indicações entre R$ 167 e R$ 168 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: mercado pouco ofertado e cotações inalteradas no estado. Para embarque imediato e pagamento em meados de agosto deste ano, indicações de compra entre R$ 174 e R$ 175 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 166,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de agosto deste ano, porém somente lotes pontuais foram comercializados.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão, em alta no farelo e em queda no óleo na quarta-feira. Nas posições spot, perdas de 0,29% no grão e de 2,32% no óleo, e ganhos de 1,17% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato agosto/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,5150 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,3925 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 4,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento setembro/21 operava com perda de 0,75 ponto, com negócios a US$ 13,9825 por bushel.

• As primeiras posições recuaram, pressionadas pelo desempenho negativo do óleo e a fraca demanda por parte da China. Já as demais subiram em meio às preocupações com o clima seco no Meio Oeste dos Estados Unidos.

• O óleo caiu refletindo a decisão do governo argentino de diminuir a mistura de biodiesel na fabricação do diesel, o que deverá determinar aumento na oferta para o mercado exportador. Em relação à demanda, o mercado foca no relatório de vendas líquidas do Estados Unidos, que será divulgado amanhã. A expectativa é de um número entre m200 mil e 500 mil toneladas.

• As posições mais distantes encontraram sustentação nas previsões de clima seco nos próximos dias nas regiões produtoras americanas. Há preocupação quanto ao potencial produtivo da safra americana.


CHINA O governo de Joe Biden prepara a maior investida diplomática na China até o momento ao enviar a vice-secretária de Estado norte-americana, Wendy Sherman, a Tianjin em uma tentativa de reduzir as tensões com Pequim. Em turnê pela Ásia, Sherman estará na China no domingo e na segundafeira para se reunir com vários oficiais do país, incluindo o ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, de acordo com comunicado do Departamento de Estado norte-americano.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,74%, negociado a R$ 5,1910 para venda. O dia foi de forte volatilidade para a moeda norteamericana, que iniciou a negociação em alta acompanhando o cenário externo. Investidores seguem monitorando a disseminação da variante Delta do coronavírus e os impactos na retomada da economia global. "O dólar comercial abriu a sessão de hoje em leve alta, acompanhando o desempenho de sua congênere no exterior com a nova cepa Delta do coronavírus provocando a quarta onda pelo mundo, prejudicando a retomada da economia global", explicou Guilherme Esquelbek, da Correparti Corretora.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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