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Informativo Diário

19/11/2021

REFERENCIAIS SEGUEM EM DIREÇÕES OPOSTAS, PREÇOS CONTINUAM FIRMES E FÍSICO TEM DIA CALMO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diferentes praças de negociação do país. Iniciando o pregão no campo positivo, a commodity reverteu em Chicago e devolveu parte dos ganhos registrados na sessão anterior. A moeda norte-americana engatou a quarta sessão seguida de alta, se aproximando do patamar de R$ 5,60 por dólar e dando sustentação às cotações domésticas. Tendo garantido negócios razoáveis ao longo desta semana, os agentes mantiveram a cautela e somente lotes pontuais foram comercializados no país.

RS: cotações avançando em um mercado calmo. Na região portuária do estado, para embarque imediato e pagamento no final do mês de dezembro deste ano, indicações de compra entre R$ 171,50 e R$ 172 por saca CIF. No interior do estado, indicações até R$ 168,50 por saca FOB para embarque e pagamento em meados do mês de dezembro.

PR: preços apenas nominais em um mercado lento. Para embarque imediato e pagamento em meados do mês de dezembro deste ano, indicações de compra entre R$ 168,50 e R$ 169 por saca CIF na região portuária. Na região oeste do estado, indicações nominais na faixa de R$ 164 por saca para embarque e pagamento no mesmo período.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e mistos no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, perdas de 0,92% no grão, de 1,14% no farelo e de 0,10% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato janeiro/22 do grão atingiu a máxima de US$ 12,8725 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,6525 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 9,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/22 operava com perdas de 6 pontos, com negócios a US$ 12,8225 por bushel.

• Mesmo com sinais de demanda positiva, os agentes optaram por realizar os lucros acumulados recentemente.

• Tecnicamente, a posição spot esbarrou na importante resistência de US$ 12,85 nas sessões de ontem e hoje. Em termos fundamentais, o cenário segue positivo, com o bom desempenho dos subprodutos e os sinais de continuidade na procura pela soja americana.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou embarques semanais de 1,375 milhão de toneladas, número que ficou dentro do esperado pelo mercado, entre 1 milhão e 1,8 milhão de toneladas. Destaque para as vendas líquidas de óleo de 67.500 toneladas, acima da expectativa de 40 mil toneladas.


ARGENTINA O porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gerry Rice, declarou que o órgão não tem detalhes das próximas reuniões que realizarão com a Argentina, descartando possíveis missões ao país, e disse buscar "entendimento completo em um plano amplo". Rice acrescentou que a equipe do FMI está trabalhando em contato permanente com o governo da Argentina para alcançar um acordo em um programa abrangente que aborda os desafios econômicos e sociais, com o objetivo de combater a aceleração da inflação no país.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em R$ 5,5690, com alta de 0,77%. A moeda norteamericana teve baixa volatilidade durante a sessão, e foi pressionada pelos indícios de aquecimento da economia dos Estados Unidos e pelas já habituais dificuldades e morosidade na aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios. De acordo com o analista de investimentos da Toro, Helder Wakabayashi, "estamos começando a enxergar o início de uma retomada econômica nos Estados Unidos, o que também pode gerar inflação e o aumento precoce de juros".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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