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Informativo Diário

07/07/2021

SOJA CAI MAIS DE 6% EM CHICAGO, PREÇOS TÊM QUEDA ACENTUADA NO FÍSICO E MERCADO PERMANECE TRAVADO

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu bastante lento nas principais praças de negociação do país. Com perdas acentuadas na casa dos 100 pontos em Chicago, as cotações físicas da soja recuaram acentuadamente e boa parte dos agentes estiveram fora de mercado. Acumulando seis pregões consecutivos de alta, o câmbio subiu mais de 2%, fechando acima do patamar de R$ 5,20 e neutralizando parte das perdas na CBOT.

RS: mercado vazio de ofertas e cotações nominais. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações nominais de compra entre R$ 161 e R$ 161,50 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 161. No interior do estado, indicações entre R$ 155 e R$ 156 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: preços nominais e mercado pouco ofertado. Para embarque e pagamento em meados de agosto deste ano, indicações nominais de compra entre R$ 160,50 e R$ 161 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 154,50 por saca para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano, porém sem contrapartida de vendas.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em forte queda no grão, no farelo e no óleo na segunda-feira. Nas posições spot, perdas de 6,06% no grão, de 6,55% no farelo e de 4,47% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,20 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,6375 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 100 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com perdas de 99 pontos, com negócios a US$ 13,3425 por bushel.

• A previsão de temperaturas baixas e de chuvas para o Meio Oeste dos Estados Unidos nos próximos 10 dias, favorecendo as lavouras americanas, determinou queda acentuada de hoje, após o feriado do Dia da Independência. A baixa do petróleo e a firmeza do dólar frente a outras moedas contribuiu para a elevação.

• Os analistas aguardam agora o relatório de evolução das lavouras que será divulgado no final do dia pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado espera que o USDA mantenha em 60% os índices de lavouras entre boas e excelentes condições.

• As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 206.152 toneladas na semana encerrada no dia 1o de julho, conforme relatório divulgado pelo USDA. O mercado esperava o número em 195 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 110.515 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado fora de 561.635 toneladas.


CHINA O presidente da China, Xi Jinping, pediu maior cooperação com os países da União Europeia (UE) para responder aos desafios globais, em reunião com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e o presidente da França, Emmanuel Macron. "A China está pronta para intensificar o diálogo e a cooperação com todas as partes e, ao mesmo tempo, defenderá firmemente sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento", disse Xi, de acordo com o Ministério de Relações Exteriores chinês, em comunicado.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 2,39% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2090 para venda, no maior valor de fechamento desde 31 de maio e no maior percentual de alta desde 18 de setembro do ano passado, em sessão de aversão ao risco no exterior e em meio à forte cautela no mercado doméstico com a política local.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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