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Informativo Diário

24/08/2021

EM DIA DE POUCAS NOVIDADES, PREÇOS DA SOJA TÊM POUCA ALTERAÇÃO E MERCADO PERMANECE LENTO

Na segunda-feira, o mercado interno de soja iniciou a semana bastante lento nas diversas praças de negociação do país. Em Chicago, a oleaginosa interrompeu uma sequência de quatro pregões consecutivos de perdas, encerrando com ligeiros ganhos nos principais vencimentos. Já o câmbio andou de lado, fechando praticamente estável. No físico os preços tiveram pouca oscilação, o mercado segue vazio de ofertas e não foram registrados negócios significativos ao longo do dia.

RS: dia de preços nominais em um mercado pouco ofertado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de setembro/outubro, indicações na faixa de R$ 174 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 172,50. No interior do estado, indicações até R$ 169 por saca FOB para embarque e pagamento em meados de setembro.

PR: negócios escassos no estado em dia de cotações nominais. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/22, indicações entre R$ 162 e R$ 163 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 167 por saca para embarque e pagamento curtos.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e em queda no farelo na segundafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,02% no grão e de 3,06% no óleo, e perdas de 1,90% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,1175 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,94 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 13,50 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/21 operava com ganhos de 6,75 pontos, com negócios a US$ 12,9750 por bushel.

• A commodity interrompeu uma série de quatro sessões de perdas, quando os contratos atingiram o menor nível desde o final de junho.

• A alta de hoje foi reflexo de um movimento de compras de barganha por parte de fundos e especuladores. A alta de 5% do petróleo ajudou na recuperação, movimento limitado, no entanto, pela previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas.

• O mercado absorveu dados de demanda e o resultado da crop tour da Pro Farmer. As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 214.061 toneladas na semana encerrada no dia 19 de agosto, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O mercado esperava o número em 255 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 277.686 toneladas.

• A safra norte-americana de soja deverá totalizar 4,436 bilhões de bushels em 2021, com produtividade média de 51,2 bushels por acre. A previsão foi divulgada pela Pro Farmer, após a realização da sua tradicional crop tour. O rendimento indicado ficou um pouco acima do estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu mais recente relatório, de 50 bushels por acre.

• O mercado aguarda agora o levantamento do USDA sobre a evolução das lavouras americanas. A expectativa é de que o índice de lavouras de soja entre boas e excelente condições fique em 56%. Na semana passada, o número ficou em 57%.


CHINA A China reportou 21 casos de covid-19 em um dia, nenhum deles de transmissão local, pela primeira vez desde julho, quando começou o atual surto do novo coronavírus, de acordo com dados divulgados pela Comissão Nacional de Saúde do país. As autoridades de saúde chinesas distinguem entre infecções importadas e transmitidas localmente e incluem apenas os casos sintomáticos na contagem oficial. As infecções assintomáticas somaram 16 em um dia, nenhum de transmissão local.


CÂMBIO Em sessão marcada por relativa calmaria, o dólar comercial fechou em R$ 5,3810, com queda de 0,07%. Apesar das já recorrentes tensões políticas e fiscais no âmbito doméstico, a moeda norte-americana pouco oscilou e mostrou viés de baixa volatilidade. Para o diretor da Amaril Franklin, Fernando Franklin, "o câmbio sofreu muito nas últimas semanas, e essas incertezas acabaram impactando no dólar. Estamos em um momento de indefinições políticas e fiscais".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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