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Informativo Diário

01/09/2021

COTAÇÕES SEGUEM RECUANDO NO FÍSICO E COMERCIALIZAÇÃO PERMANECE TRAVADA NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja permaneceu travado nas diversas praças de negociação do país. Em mais uma sessão negativa, as cotações da oleaginosa voltaram a recuar no mercado físico, fazendo com que os agentes permaneçam retraídos. Em Chicago, a commodity encerrou abaixo da linha dos US$ 13,00 por bushel, chegando a operar nos níveis de US$ 12,83 ao longo do dia. O câmbio manteve sua tendência de queda, atingindo a mínima de R$ 5,11 por dólar durante a sessão. Dessa forma, somente lotes pontuais envolvendo volumes pouco significativos foram comercializados no país.

RS: mercado vazio de ofertas e cotações mais fracas no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de outubro, indicações na faixa de R$ 167 por saca CIF. No interior do estado, indicações até R$ 165 por saca FOB para embarque e pagamento em meados de setembro.

PR: preços nominais em um mercado pouco ofertado. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/22, indicações entre R$ 156 e R$ 157 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra até R$ 163,50 por saca para embarque e pagamento em meados de setembro, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam mistos no grão e no farelo, e em queda no óleo na terça-feira. Nas posições spot, perdas de 0,45% no grão, de 0,34% no farelo e de 1,52% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,12 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,9250 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 15,25 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/21 operava com perdas de 14,75 pontos, com negócios a US$ 12,8850 por bushel.

• O clima nos Estados Unidos e problemas na logística de embarques naquele país determinaram a pressão sobre as cotações, ampliando as perdas acumuladas em agosto - 4,2% na posição novembro.

• Com a passagem da tempestade tropical Ida, o mercado avalia os estragos em terminais de exportação dos Estados Unidos. Este fator adicionou a pressão exercida pela boa evolução das lavouras com a recente melhora das condições climáticas.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 29 de agosto, 56% estavam entre boas e excelentes condições - o mercado esperava 56% -, 29% em situação regular e 15% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 26%, 28% e 16%, respectivamente.


CHINA O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) sobre a atividade industrial da China caiu para 50,1 pontos em agosto, a leitura mais baixa em 18 meses, após os 50,4 pontos de julho, segundo dados divulgados pelo departamento oficial de estatísticas do país. Leituras acima de 50 pontos sugerem expansão da atividade, enquanto valores menores apontam contração. O subíndice que mede apenas os novos pedidos recuou de 50,9 pontos para 49,6 pontos, entrando em terreno de contração pela primeira vez desde fevereiro do ano passado.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em R$ 5,1720, caindo 0,32%. No cenário global, a moeda norte-americana sofreu um movimento de desvalorização, tanto frente aos seus pares quanto às moedas emergentes. Já no âmbito doméstico, as atenções estão voltadas para o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que irá sinalizar se o governo irá cumprir o teto de gastos.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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