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Informativo Diário

31/05/2021

MERCADO DE SOJA ENCERRA A SEMANA LENTO E COM PREÇOS NOMINAIS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana bastante lento nas diferentes praças de negociação do país. Com os principais referenciais no campo negativo, os preços físicos da oleaginosa encerraram a semana de estáveis a mais baixos e somente nominais no país. O mercado permanece pouco ofertado. Sem interesse nas cotações praticadas, os agentes aguardam melhores oportunidades para voltar a negociar e somente lotes pontuais continuam sendo comercializados.

RS: houve queda nos preços e não foram reportados negócios significativos no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações de compra entre R$ 173,50 e R$ 174,50 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 172,50. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 169,50 e R$ 170,50 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: cotações mais fracas e mercado bastante lento no estado. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações nominais de compra entre R$ 174 e R$ 175 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações nominais de compra na faixa de R$ 169 por saca para embarque e pagamento em meados de junho deste ano, porém sem lotes significativos comercializados.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, e em alta no farelo na sextafeira. Nas posições spot, perdas de 0,42% no grão e de 1,52% no óleo, e ganhos de 1,33% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 15,5575 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 15,3050 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 8,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com perdas de 6,5 pontos, com negócios a US$ 14,8075 por bushel.

• Com o feriado na segunda nos Estados Unidos - Memorial Day -, os agentes buscaram posicionar suas carteiras.

• O dia foi de consolidação e correções técnicas, após a forte alta de ontem. A previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas serviu de pretexto para o movimento moderado de liquidação de posições.

• Com a baixa de hoje, a posição julho acumulou valorização de 0,28% na semana e recuou 0,22% no mês de maio.


ARGENTINA Levantamento semanal divulgado pelo Ministério da Agroindústria da Argentina ontem (27) indicou que a colheita de soja da safra 2020/21 atinge 90% da área cultivada de 16,784 milhões de hectares. De acordo com o Ministério, na semana anterior a ceifa estava em 81%. No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 95% dos 16,882 milhões de hectares cultivados na temporada 2019/20.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 0,79% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2130 para venda, no menor valor de encerramento desde 14 de janeiro (quando encerrou a R$ 5,2070), em sessão positiva para os ativos domésticos em meio à entrada de fluxo estrangeiro e com a moeda norteamericana perdendo a força no exterior ao longo da segunda parte dos negócios. Na semana, a moeda fechou com recuo de 2,63%. Além disso, o ingresso de fluxo cambial pela via financeira e comercial corroborou para a moeda renovar mínimas sucessivas, a R$ 5,21, na parte da tarde, reforça o diretor de uma corretora nacional.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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