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Informativo Diário

04/11/2021

FÍSICO TEM DIA LENTO E COTAÇÕES APENAS NOMINAIS, COM FIRME QUEDA DE CHICAGO E DÓLAR

Na quarta-feira, o mercado interno de soja permaneceu lento nas diferentes praças de negociação do país. No retorno do feriado nacional do Dia de Finados, o mercado apresentou dois momentos distintos. No início do pregão, enquanto a commodity operava com leve queda em Chicago e a moeda norte-americana se mantinha acima do patamar de R$ 5,60 por dólar, os preços demonstravam firmeza no físico. Porém, na parte da tarde, ambos os referenciais passaram a registrar perdas acentuadas, travando as negociações e derrubando as cotações domésticas.

RS: houve queda nos preços em um mercado travado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de junho/22, indicações de compra entre R$ 166,50 e R$ 167 por saca CIF. No interior do estado, indicações até R$ 167,50 por saca FOB para embarque e pagamento no final do mês de novembro, também no melhor momento do dia.

PR: cotações apenas nominais em um mercado lento. Para embarque imediato e pagamento no final do mês de novembro, indicações nominais entre R$ 168 e R$ 171 por saca CIF na região portuária. Na região oeste do estado, indicações nominais na faixa de R$ 166,50 por saca para embarque e pagamento também no final do mês de novembro.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no óleo, em em alta no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, perdas de 1,00% no grão e de 1,54% no óleo, e ganhos de 1,06% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 12,45 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,3150 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com perdas de até 13,50 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/22 operava com perdas de 13 pontos, com negócios a US$ 12,54 por bushel.

• O mercado foi pressionado pela ausência de demanda pelo produto americano e pelo avanço da colheita nas principaisregiões produtoras.

• Para completar o cenário de pressão, o petróleo caiu acentuadamente. Durante o fechamento de Chicago, o barril tinha recuo de cerca de 4%, impactando sobre as commodities em geral, incluindo as agrícolas.

• Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 12,00 centavos de dólar por bushel ou 0,95% a US$ 12,44 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 12,55 1/4 por bushel, com perda de 11,75 centavo ou 0,92%.


CHINA A economia da China enfrenta pressões de queda e assim o governo deve aliviar a carga de impostos sobre as pequenas e médias empresas para fortalecê-las, de acordo com o primeiro-ministro do país, Li Keqiang. "Enquanto a economia enfrenta uma pressão negativa, as mais de 100 milhões de entidades de mercado fornecem uma base importante para a economia chinesa se manter resiliente", disse primeiro-ministro, segundo comunicado publicado ontem pelo Conselho de Estado da China. Li afirmou que as entidades de mercado da China estabelecidas desde 2013 pagaram 3,81 trilhões de iuanes (cerca de US$ 593,5 bilhões) em impostos apenas nos três primeiros trimestres, perto do total anual do ano passado, segundo dados oficiais.


CÂMBIO O dólar comercial fechou a sessão em R$ 5,5890, com queda de 1,42%. Apesar do tapering (remoção de estímulos) ter seu início anunciado já para este mês de novembro, a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, prevista para hoje, foi recebida positivamente pelo mercado. De acordo com o head da mesa de Operações da Valor Investimentos, Romero Oliveira, "o tapering aumenta o fortalecimento do dólar. Existe um movimento global de valorização ante rivais e emergentes". Para ele, a valorização do real, neste momento, é um movimento de correção.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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