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Informativo Diário

28/05/2021

SOJA TEM FIRME ALTA EM CHICAGO, PREÇOS AVANÇAM NO FÍSICO, MAS COMERCIALIZAÇÃO SEGUE ARRASTADA NO PAÍS

Na quinta-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas principais praças de negociação do país. Depois de acumular sete pregões seguidos no campo negativo, a commodity encerrou com ganhos acentuados em Chicago. Apesar da alta expressiva na CBOT, o câmbio voltou a recuar, impedindo um avanço mais consistente nos preços físicos. Mesmo com preços mais atrativos, os agentes permaneceram distantes das negociações e o mercado continua pouco ofertado.

RS: mercado calmo e preços firmes no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações de compra entre R$ 174,50 e R$ 175,50 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 173,50. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 170,50 e R$ 171,50 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: preços nominais em um mercado pouco ofertado. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicações nominais de compra entre R$ 175 e R$ 176 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações nominais de compra na faixa de R$ 170 por saca para embarque e pagamento em meados de junho deste ano, porém sem lotes significativos comercializados.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, ganhos de 2,22% no grão, de 1,69% no farelo e de 1,72% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 15,3925 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 15,37 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 26 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com ganhos de 26 pontos, com negócios a US$ 14,79 por bushel.

• Após sete sessões consecutivas de perdas, fundos e especuladores aproveitaram para barganhar e garantiram a sustentação.

• As altas foram impulsionadas pela disparada das cotações do milho, em meio à forte demanda pelo cereal americano. O relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou vendas líquidas semanais americanas de milho de mais de 6 milhões de toneladas.

• Para a soja, o número ficou dentro das expectativas, totalizando 304.200 toneladas. A estimativa oscilava entre 25 mil e 800 mil toneladas.


CHINA A representante comercial dos Estados Unidos, Katherine Tai, teve uma troca franca sobre questões comerciais ontem à noite com seu homólogo chinês, o vice-premiê Liu He, disse o escritório de Tai. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Tai discutiu os princípios orientadores do governo sobre política comercial e sua revisão contínua da relação comercial entre Estados Unidos e China em uma reunião virtual, disse o escritório da Representante Comercial norteamericana. Tai levantou preocupações, disse seu escritório, embora não tenha entrado em detalhes. Tai disse que espera uma discussão mais aprofundada com o Sr. Liu.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 1,07% no mercado à vista, cotado a R$ 5,2550 para venda, no menor valor de fechamento em uma semana, em meio ao ambiente doméstico mais positivo com a entrada de fluxo local, descolado do exterior, onde a moeda norte-americana trabalhou de lado após a divulgação de indicadores dos Estados Unidos, enquanto as divisas de países emergentes trabalharam mistas e a maioria perdeu terreno para o dólar.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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