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Informativo Diário

16/11/2021

REFERENCIAIS TÊM FIRME ALTA, PREÇOS AVANÇAM E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REGISTRADOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação nas diferentes praças de negociação do país. Os principais referenciais ampliaram ganhos ao longo da sessão, impulsionando as cotações domésticas e possibilitando melhores negócios no país. Em Chicago, a commodity registrou altas na faixa dos 23 pontos, com boa parte dos contratos ultrapassando a barreira dos US$ 12,50 por bushel. A moeda norte-americana também avançou firmemente, contribuindo para a valorização dos preços no mercado físico. Rumores apontam pelo menos 100 mil toneladas de soja trocando de mãos durante o pregão. Mantendo o bom desempenho, os trabalhos de semeadura da nova safra brasileira de soja chegam a 77,6% da área total esperada.

RS: negócios moderados reportados em um mercado com cotações firmes. Na região portuária do estado, para embarque imediato e pagamento em meados de junho/22, indicações de compra entre R$ 175 e R$ 178 por saca CIF. No interior do estado, indicações até R$ 163 por saca FOB para embarque e pagamento no final do mês de novembro.

PR: houve alta nos preços em dia de melhores negócios reportados. Para embarque imediato e pagamento em meados em meados do mês de maio/22, indicações de compra entre R$ 172 e R$ 173 por saca CIF na região portuária. Na região oeste do estado, indicações nominais na faixa de R$ 159 por saca para embarque e pagamento no mesmo período.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e mistos no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,79% no grão e de 5,10% no farelo, e perdas de 0,28% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato novembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 12,3775 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 12,34 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 23 pontos nos principais vencimentos. O vencimento março/22 operava com ganhos de 23 pontos, com negócios a US$ 12,5625 por bushel.

• Segundo agências internacionais, o mercado foi sustentado por uma recuperação nos preços do farelo, que subiu aproximadamente 16% no último mês.

• A boa demanda pela oleaginosa norte-americana também atuou positivamente. Na semana, a posição janeiro/22 do grão acumulou alta de 4,36%.

• As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2021/22, com início em 1 de setembro, ficaram em 1.289.400 toneladas na semana encerrada em 4 de novembro, com queda de 31% na comparação com a semana anterior e de 25% na média de quatro semanas. A China liderou as compras com 939.300 toneladas.

• Os analistas esperavam exportações entre 600 mil e 1,8 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

• Exportadores privados dos Estados Unidos informaram ao Departamento de Agricultura norte-americano uma operação envolvendo 256.930 toneladas de soja recebidas no período coberto pelo relatório para destinos não revelados. A entrega está prevista para 2021/22.


CHINA O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente chinês Xi Jinping planejam realizar uma cúpula virtual na segunda-feira, disseram pessoas a par do assunto, à medida que as duas principais economias mundiais prometem trabalhar juntas sobre a mudança climática, mas as diferenças permanecem em relação a Taiwan e outras frentes. As informações são da agência de notícias "Dow Jones". Os líderes falaram duas vezes desde que Biden assumiu o cargo em janeiro, a última vez em setembro, embora a cúpula deva se assemelhar a uma reunião bilateral mais formal com envolvimento de equipe.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em R$ 5,4580, com alta de 0,99%. Isso se deve à véspera de feriado no Brasil, com o mercado adotando uma posição mais defensiva e evitando correr riscos. Ainda assim, a moeda norte-americana apresentou desvalorização de 1,16% nesta semana. Segundo o head de análise macroeconômica da GreenBay Investimentos, Flávio Serrano, "após uma semana de forte correção, o mercado está adotando uma postura mais defensiva pré-feriado". Ele também pontua que, além do fator doméstico, a sexta apresenta um movimento global de valorização do dólar.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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