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Informativo Diário

03/05/2021

CHICAGO DISPARA NA PARTE DA TARDE, PREÇOS AVANÇAM, MAS NEGÓCIOS PERMANECEM ESCASSOS NO PAÍS

Na sexta-feira, o mercado interno de soja encerrou a semana bastante lento nas principais praças de negociação do país. Em dia de fortes oscilações em Chicago, as cotações internas da oleaginosa iniciaram o pregão mais fracas e, após a reação da bolsa na parte da tarde, fecharam com ganhos significativos. A acentuada alta do dólar contribuiu para o avanço dos preços físicos, porém, a comercialização permanece em ritmo lento no país. Na reta final, os trabalhos de colheita da nova safra brasileira de soja avançam e atingem 95,1% da área total estimada.

RS: mercado pouco movimentado e cotações mistas no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de maio/junho’21, indicações nominais entre R$ 178 e R$ 180 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 176. No interior do estado, comprador indicando entre R$ 173 e R$ 174 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: negócios escassos no estado e cotações avançando no estado. Para embarque e pagamento em meados de julho/21, indicação de compra na faixa de R$ 181 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicação de compra até R$ 174 por saca para embarque no mês de abril e pagamento no final de maio.


CHICAGO(CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na sexta-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,84% no grão, de 0,80% no farelo e de 3,74% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato maio/21 do grão atingiu a máxima de US$ 15,7350 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 15,71 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 6,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento jul/21 operava com ganhos de 6,75 pontos, com negócios a US$ 15,09 por bushel.

• Após registrar perdas em boa parte do dia, o mercado reagiu na parte da tarde, ampliando a valorização acumulada no mês (+7,35%) e revertendo as perdas da semana (+1,22%).

• O mercado voltou a apresentar preocupação com o clima nos Estados Unidos nesta fase inicial de plantio. Após três sessões de realização, fundos e especuladores voltaram à ponta compradora, evitando passar o final de semana mal posicionados.

• No começo da sessão, os agentes seguiram embolsando ganhos. A perspectiva de aumento na oferta do Brasil e da Argentina e as preocupações com o avanço dos casos de covid na Índia - comprometendo a demanda por óleos vegetais - mantiveram os contratos sob pressão.


CHINA O presidente norte-americano, Joe Biden, usou a ameaça chinesa para defender seu plano de infraestrutura de US$ 2,3 trilhões, reafirmando o discurso de que os Estados Unidos estão ficando para trás na competição com seus principais rivais. "Precisamos lembrar que estamos em competição com o resto do mundo e o transporte é fundamental para permitir que os Estados Unidos compitam no cenário internacional. A China, por exemplo tem trens de alta velocidade que não temos aqui e estão trabalhando em trens ainda mais rápidos. Estamos atrás da curva", disse ele.


CÂMBIO O dólar comercial fechou em forte alta de 1,76% no mercado à vista, cotado a R$ 5,4290 para venda, em sessão de forte volatilidade e amplitude, acompanhando a valorização global da moeda norte-americana, que passou todo o pregão com ganhos em relação às moedas pares e de países emergentes. Aqui, a tradicional disputa pela formação de preço da taxa Ptax - média das cotações apuradas pelo Banco Central (BC) - de fim de mês.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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