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Informativo Diário

26/08/2021

MERCADO TEM DIA LENTO E PREÇOS OSCILAM DE FORMA MISTA, SEGUINDO QUEDA DO CÂMBIO

Na quarta-feira, o mercado interno de soja continuou pouco movimentado nas principais praças de negociação do país. Em mais uma sessão de queda significativa do câmbio, os preços físicos da commodity voltaram a oscilar de forma mista e somente lotes pontuais foram comercializados no país. A ponta vendedora segue cautelosa, aguardando melhores oportunidades para negociar. Encerrando com ligeiros ganhos, a soja oscilou entre os territórios positivo e negativo em Chicago, chegando a operar acima dos US$ 13,50 ao longo do dia e fechando pouco abaixo desse patamar.

RS: mercado pouco ofertado e preços nominais no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de setembro/outubro, indicações na faixa de R$ 172 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 171,50. No interior do estado, indicações até R$ 169,50 por saca FOB para embarque e pagamento em meados de setembro.

PR: preços oscilando de forma mista em um mercado bastante lento. Para embarque e pagamento em meados de fevereiro/22, indicações entre R$ 163 e R$ 164 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 168 por saca para embarque e pagamento curtos, porém sem contrapartida de venda.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no óleo, e mistos no farelo na quarta-feira. Nas posições spot, ganhos de 0,67% no grão e de 1,30% no óleo, e perdas de 0,73% no farelo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,5550 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,46 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 6,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/21 operava com perda de 0,50 ponto, com negócios a US$ 13,3125 por bushel.

• O dia foi de movimentação limitada e de muita volatilidade. O cenário financeiro melhor e as preocupações com o tamanho da safra americana deram sustentação ao mercado ao final da sessão.

• O mercado iniciou o dia no território negativo, realizando parte dos ganhos da sessão anterior, quando os contratos subiram certa de 3%. Notícias de chuvas sobre parte do Meio Oeste americano ajudaram na correção técnica. Mas ao longo do dia os preços foram encontrando suporte e reagiram.

• Para amanhã, atenções voltadas para as vendas líquidas semanais americanas, que será divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, às 9h30min. O mercado projeta número entre 1,2 milhão e 2,1 milhões de toneladas.

• O desenvolvimento da safra americana merece atenção redobrada. Os agentes já especulam sobre o relatório de setembro do USDA, que trará números com base em levantamento de campo pela primeira vez na temporada. Mas ressalvam que dados mais precisos deverão ser apurados em outubro, quando os trabalhos avançarem mais no campo.


CHINA O governo dos Estados Unidos está revisando sua política comercial com relação à China, disse a representante de comércio norte-americana, Katherine Tai, destacando seu compromisso em abordar práticas desleais e não mercantis de Pequim. Tai disse que "a administração Biden-Harris e o Escritório do Representante Comercial estão conduzindo uma revisão abrangente da política comercial dos EUA-China", segundo comunicado divulgado após uma reunião virtual com o Conselho Consultivo do Centro da China da Câmara de Comércio dos Estados Unidos e com a liderança do Conselho de Negócios EUA-China.


CÂMBIO O dólar comercial fechou o dia em R$ 5,2110, com queda de 0,95%. A forte desvalorização deve-se ao ambiente interno menos conturbado, com um fluxo de notícias mais positivas - arrefecimento do embate entre os poderes executivo e judiciário e sinalização de cumprimento das metas fiscais. De acordo com o economista-chefe do Banco Alfa, Luis Otavio Leal, "a curva de juros brasileira começa a ficar interessante para o investimento estrangeiro. Na comparação com outras moedas emergentes, o real tem sido uma boa aposta no curto prazo".


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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