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Informativo Diário

25/06/2021

CHICAGO E DÓLAR TÊM FIRME QUEDA, COTAÇÕES SEGUEM RECUANDO NO FÍSICO E MERCADO PERMANECE LENTO

Na quinta-feira, o mercado interno de soja permaneceu arrastado nas diversas praças de negociação do país. Acumulando três pregões consecutivos de perdas em Chicago, a commodity chegou a operar abaixo do patamar de US$ 13,50 ao longo do dia. O câmbio segue renovando mínimas, enfileirando a quarta queda seguida e fechando no menor nível em mais de um ano. Com isso, os preços seguem recuando no físico e somente lotes pontuais seguem sendo comercializados. Os preços dos fretes avançaram novamente no Mato Grosso, sendo a maior alta nos fretes com origem na região de Querência.

RS: mercado vazio de ofertas e cotações recuando no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações nominais de compra entre R$ 149 e R$ 150 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 148. No interior do estado, indicações nominais entre R$ 143 e R$ 144 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: dia de queda nas cotações e negócios moderados reportados no estado. Para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano, indicações nominais de compra entre R$ 151 e R$ 153 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações nominais de compra na faixa de R$ 145,50 por saca para embarque e pagamento em meados de julho/agosto deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em queda no grão e no farelo, e em alta no óleo na quinta-feira. Nas posições spot, perdas de 0,99% no grão e de 2,37% no farelo, e ganhos de 0,91% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato julho/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,85 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,7125 por bushel. Por volta das 14h (Brasília), a soja operava com perdas de até 16,5 pontos nos principais vencimentos. O vencimento agosto/21 operava com perdas de 15,75 pontos, com negócios a US$ 13,3025 por bushel.

• O clima favorável ao desenvolvimento das lavouras americanas voltou a pressionar o mercado.

• Os institutos de meteorologia notaram grande volume de chuvas nos últimos dias e projetam continuidade das condições benéficas à soja. Com base nisso, fundos e especuladores adotaram uma postura defensiva.

• O fraco número das vendas líquidas semanais americanas ajudou a pressionar os contratos. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas ficaram em 189 mil toneladas, enquanto a previsão era de um número entre zero e 1,05 milhão de toneladas.

• O USDA anunciou hoje a venda de 132 mil toneladas para a China e de 260 mil toneladas para destinos não revelados. As operações ajudaram a retirar o mercado das mínimas do dia.


CHINA O Comitê de Relações Exteriores do Senado dos Estados Unidos (SFRC) aprovou um projeto de lei que proíbe produtos importados para os Estados Unidos que são produzidos com trabalho forçado de uigures na região autônoma de Xinjiang, na China. As informações são da agência de notícias "Sputnik". "O SFRC acaba de votar a aprovação da Lei de Prevenção ao Trabalho Forçado Uigur para garantir que os produtos feitos com trabalho forçado na Região Autônoma Uigur de Xinjiang não entrem no mercado dos Estados Unidos", disse o senador Bob Menendez em comunicado. "Os Estados Unidos não podem ser cúmplices dessas atrocidades e devemos responsabilizar Pequim.“


CÂMBIO O dólar comercial fechou em queda de 1,18% no mercado à vista, cotado a R$ 4,9050 para venda, renovando a mínima de encerramento desde 10 de junho do ano passado e engatando a quarta queda seguida - sendo a terceira abaixo de R$ 5,00 - reagindo ao dia de notícias positivas aqui e lá fora. Além da continuidade da perspectiva de alta mais forte do que a esperada da taxa Selic, o anúncio de que o pacote de estímulos para a infraestrutura nos Estados Unidos foi aprovado corroborou para sustentar o recuo da moeda norte-americana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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