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Informativo Diário

17/08/2021

SOJA INICIA A SEMANA COM PREÇOS MISTOS E NEGÓCIOS MODERADOS REGISTRADOS

Na segunda-feira, o mercado interno de soja esteve calmo nas diferentes praças de negociação do país. Iniciando a semana de forma volátil, os preços físicos da oleaginosa tiveram oscilações mistas e negócios moderados foram reportados no país. Em Chicago, a soja registrou ligeiros ganhos ao longo do dia, chegando a testar a linha ao redor de US$ 13,85 por bushel. Já o câmbio, oscilou entre os territórios positivo e negativo, encostando nos níveis de R$ 5,30 por dólar e fechando também com leve alta. Com as cotações se aproximando dos níveis de R$ 180 por saca nos portos, a ponta vendedora segue cautelosa e aguarda melhores oportunidades para negociar.

RS: preços de estáveis a mais altos e negócios moderados reportados no estado. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de setembro/21, indicações de compra na faixa de R$ 175 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 174. No interior do estado, indicações até R$ 173 por saca FOB para embarque e pagamento em meados de setembro.

PR: dia de cotações firmes e negócios moderados no estado. Para embarque imediato e pagamento em meados de setembro deste ano, indicações de compra entre R$ 174,50 e R$ 175 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 170 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de agosto deste ano.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão e no farelo, e em queda no óleo na segundafeira. Nas posições spot, ganhos de 0,21% no grão e de 0,50% no farelo, e perdas de 0,67% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato setembro/21 do grão atingiu a máxima de US$ 13,8550 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 13,76 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 3,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento novembro/21 operava com ganhos de 2,75 pontos, com negócios a US$ 13,6775 por bushel.

• Em dia volátil, o mercado encerrou abaixo das máximas do dia. Sinais de demanda pela soja americana voltaram a garantir a sustentação.

• Hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou a venda de 132 mil toneladas por parte dos exportadores privados para destinos não revelados. Foi o oitavo dia seguido de novas vendas.

• As inspeções semanais de embarques ficaram acima do esperado. As inspeções chegaram a 277.637 toneladas na semana encerrada no dia 12 de agosto. O mercado esperava o número em 180 mil toneladas. Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 114.718 toneladas.

• O desempenho positivo foi limitado pelos números de esmagamento de julho dos Estados Unidos. A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o processamento atingiu 155,015 milhões de bushels em julho, ante 152,410 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 159,062 milhões.

• As atenções agora se voltam para o relatório de condições das lavouras do USDA, que será divulgado mais tarde e que o mercado aposta em número de 60% em situação boa a excelente, mantendo o percentual da semana anterior.

• Outro ponto que merece interesse do mercado é o início da Crop Tour da Pro Farmer. Hoje, a expedição visita os estados de Ohio e Dakota do Sul. Uma avaliação preliminar deve ser divulgada ainda hoje e os números destes estados saem amanhã cedo. Na sexta, os números finais serão divulgados.


CHINA A produção industrial da China subiu 6,4% em julho na comparação com igual período do ano anterior, após a alta de 8,3% registrada em junho, segundo dados do departamento de estatísticas do país. Os analistas previam alta de 7,8%. Na comparação com o mês anterior, a produção industrial da China subiu 0,3% em julho, após a alta de 0,56% em junho, mostram os dados.


CÂMBIO O dólar comercial fechou a sessão em R$ 5,2810, com alta de 0,66%. Mais que os números da China, que vieram abaixo da expectativa, problemas internos como a tensão entre Judiciário e Executivo, assim como o risco de não cumprir as metas fiscais, foram preponderantes na alta da moeda norte-americana.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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