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Informativo Diário

21/07/2021

PREÇOS DA SOJA AVANÇAM E MELHORES NEGÓCIOS SÃO REPORTADOS NO PAÍS

Na terça-feira, o mercado interno de soja apresentou melhor movimentação nas principais praças de negociação do país. Em dia de recuperação, a commodity teve dois momentos. Na parte da manhã, enquanto Chicago e o câmbio operavam perto da máxima do dia, os preços avançaram no mercado doméstico e melhores negócios foram reportados. Já na parte da tarde o câmbio perdeu força e passou a operar no campo negativo, reduzindo o ritmo das negociações. Diante disso, rumores apontam pelo menos 250 mil toneladas de soja trocando de mãos ao longo do dia no país.

RS: negócios moderados reportados em um mercado com preços mais altos. Na região portuária do estado, para embarque e pagamento em meados de agosto/21, indicações de compra entre R$ 174,50 e R$ 175 por saca CIF, enquanto no spot a indicação fica em R$ 174. No interior do estado, indicações entre R$ 167 e R$ 168 por saca FOB para embarque e pagamento curtos.

PR: melhor movimentação reportada no estado em dia de alta nos preços. Para embarque imediato e pagamento em meados de agosto deste ano, indicações de compra entre R$ 174 e R$ 175 por saca CIF na região portuária. Na região oeste, indicações de compra na faixa de R$ 166,50 por saca para embarque imediato e pagamento em meados de agosto deste ano, patamares onde pelo menos 50 mil toneladas de soja trocaram de mãos ao longo do dia.


CHICAGO (CME/CBOT) Na Chicago Board of Trade (CME/CBOT), os contratos futuros do complexo soja fecharam em alta no grão, no farelo e no óleo na terça-feira. Nas posições spot, ganhos de 1,08% no grão, de 1,58% no farelo e de 0,49% no óleo. No melhor momento do dia, o contrato agosto/21 do grão atingiu a máxima de US$ 14,5275 por bushel. Ao final da sessão, trocou de mãos a US$ 14,4350 por bushel. Por volta das 13h (Brasília), a soja operava com ganhos de até 22,75 pontos nos principais vencimentos. O vencimento setembro/21 operava com ganhos de 21,25 pontos, com negócios a US$ 14,04 por bushel.

• A previsão de clima seco no Meio Oeste dos Estados Unidos garantiu a alta, recuperando parte das perdas de ontem.

• Os boletins apontam poucas chuvas e temperaturas elevadas para os próximos 10 dias na região produtora dos Estados Unidos. Estas condições atingiriam a soja em fases decisivas para a definição do potencial produtivo.

• O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o USDA, até 18 de julho, 60% estavam entre boas e excelentes condições - o mercado esperava 60% -, 29% em situação regular e 11% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os índices eram de 59%, 30% e 11%, respectivamente.

• As importações de soja do Brasil pela China caíram leve em junho em relação ao mesmo mês do ano anterior. A China, maior compradora mundial de soja, trouxe 10,48 milhões de toneladas da oleaginosa do Brasil em junho, ante 10,51 milhões de toneladas no mesmo período do ano passado, segundo a Administração Geral da Alfândega.

• Dos Estados Unidos, a China adquiriu 54,806 mil toneladas em junho, queda de 80% frente ao ano anterior (267,553 mil toneladas).


CHINA O Conselho de Estado chinês decidiu suspender todas as restrições ao nascimento de um terceiro filho, incluindo multas. As informações são da agência de notícias "Sputnik". Em maio, o Partido Comunista Chinês apresentou um plano para permitir que os casais tenham três filhos em uma tentativa de lidar com a crise do envelhecimento da população. "Para remover todas as medidas restritivas... Para cancelar o pagamento dos fundos da previdência social, para eliminar e cancelar as penalidades relevantes", disse o Conselho de Estado Chinês em um comunicado.


CÂMBIO O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,38%, a R$ 5,2300 para venda, em dia de correção após a forte alta de ontem e com ingresso de capital estrangeiro visando ofertas de ações de companhias brasileiras, ou seja, as ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês). "O dólar comercial operou em queda ante o real no longo da sessão de hoje, respondendo ao fluxo de ingresso de recursos no país, via mercado a vista e futuro, em razão dos IPOs já reportados nos últimos dias. Nem mesmo o acirramento da crise institucional em Brasília, além do veto ao aumento do fundo eleitoral, já anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro, foi capaz de impedir a recuperação do real, após as fortes perdas de ontem", afirmou Ricardo Gomes da Silva, da Correparti Corretora.


Fonte: CMA Group - Safras & Mercado.





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